Poesia & Companhia

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Porque não – Cultura, Ordem e Progresso?

Publicado por: poetisagitahabiba em: Setembro 1, 2008

 
Um amigo gringo, certa vez perguntou:
 
_ O que significam as palavras Ordem e Progresso da bandeira do seu país?
 
Então eu respondi:
 
_ A palavra progresso significa que o congresso está em regresso sem processo de projetos.
 
Ele simplesmente exclamou:
 
_ Esquisito!
 
E eu, sem muito entusiasmo para rimar e argumentar, disse:
 
_ Esquisito mesmo, por isso nem me arrisco a [...]

`Renda Per Capta´

Publicado por: poetisagitahabiba em: Setembro 1, 2008

`Renda Per Capta´
 
A renda não é só baiana
É toda brasileira e está rendida…
 
Vamos rendar o babado da malha fina!
 
 
Prólogo:
Renda Per Capta é a valorização de determinada região com suas classes, consumos e posses, mas na prática é mais complicado… Nem todos participam desta divisão comunitária, porque fogem da malha fina para rendar outros babados e [...]

Aliados ou Alienados?

Publicado por: poetisagitahabiba em: Setembro 1, 2008

 
A educação realmente é aliada dos sábios, mas pode ser fator alienado para pessoas mais curiosas que estudiosas… E para tanto, confisquei a conversa de dois amigos em combate de conhecimentos gerais, ainda no estágio primário…
 
Então o amigo Alienado perguntou:
 
_ Me diz, que língua nosso país fala?
 
_ Português, ué!
 
Respondeu de prontidão o amigo aliado…
 
_ [...]

O sistema

Publicado por: poetisagitahabiba em: Setembro 1, 2008

Levanta-te preguiça, está na hora de ir para firma…
Firmar contratos contrastantes com a minha realidade cheia de insanidades,
Está na hora H, de Homem sem Honestidade, mas cheio de Habilidades
Devo ao mundo o meu tempo, só para ganhar dinheiro,
Que devo o tempo inteiro!
 
Trabalho, falho, não paro, reparo…
Sistematicamente, sou matematicamente uma máquina
Ora sem hora
 
Sobrevivo sobre vivos [...]


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Homenagem ao Poeta

FERREIRA GULLAR José Ribamar Ferreira Gullar (São Luís MA 1930). Poeta, ensaísta e crítico de arte. Em 1949, publica seu primeiro livro de poemas, Um Pouco Acima do Chão, mais tarde excluído de sua bibliografia. Vence o concurso literário do Jornal das Letras, do Rio de Janeiro, com o poema O Galo, em 1950, e no ano seguinte muda-se para a então capital do Brasil. Em 1954, publica A Luta Corporal, e se aproxima dos poetas Augusto de Campos (1931), Haroldo de Campos (1929 - 2003) e Décio Pignatari (1927), participando ativamente da primeira fase do movimento concretista até 1957, quando rompe com o grupo paulista. Dois anos depois, em 1959, publica o Manifesto Neoconcreto no Jornal do Brasil, assinado ainda por vários artistas plásticos - entre eles, Lygia Pape (1927 - 2004), Franz Weissmann (1911 - 2005), Lygia Clark (1920 - 1988), Amilcar de Castro (1920 - 2002) - e pelo poeta Reynaldo Jardim (1926). A partir de 1961, participa do movimento de cultura popular, integrando o Centro Popular de Cultura - CPC da União Nacional dos Estudantes - UNE. Participa da fundação do Grupo Opinião de teatro, em 1964, e é preso pela ditadura militar, em 1968. Após um período na clandestinidade, segue para o exílio em 1971. Em 1975, em Buenos Aires, lê o longo Poema Sujo para um grupo de amigos liderados pelo poeta e compositor Vinicius de Moraes (1913 - 1980), que consegue a publicação do livro em 1976 e encabeça um movimento de intelectuais a favor de sua volta ao Brasil, o que ocorre no ano seguinte. Em 1980, é publicada pela primeira vez a reunião de sua obra poética, no volume Toda Poesia. fonte:Itaú cultural

José Bonifácio de Andrada e Silva

José Bonifácio de Andrada e Silva (Santos, 13 de junho de 1763 — Niterói, 6 de abril de 1838) foi um naturalista, estadista, poeta e maçom brasileiro. É conhecido pelo epíteto de "Patriarca da Independência". Pode-se resumir brevemente sua atuação dizendo que foi ministro do Reino e dos Negócios Estrangeiros de janeiro de 1822 a julho de 1823. De início, colocou-se em apoio à regência de D. Pedro de Alcântara. Proclamada a Independência, organizou a ação militar contra os focos de resistência à separação de Portugal, e comandou uma política centralizadora. Durante os debates da Assembléia Constituinte, deu-se o rompimento dele e de seus irmãos Martim Francisco Ribeiro de Andrada e Antônio Carlos Ribeiro de Andrada Machado e Silva com o imperador. Em 16 de julho de 1823, D. Pedro I demitiu o ministério e José Bonifácio passou à oposição. Após o fechamento da Constituinte, em 11 de novembro de 1823, José Bonifácio foi banido e se exilou na França por seis anos. De volta ao Brasil, e reconciliado com o imperador, assumiu a tutoria de seu filho quando Pedro I abdicou, em 1831. Permaneceu como tutor do futuro imperador até 1833, quando foi demitido pelo governo da Regência.(texto fonte Wikipedia, para acessar todo o texto, vá ao site www.pt.wikipedia.org e busque pelo nome acima)