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	<title>Comentários sobre: Quer participar?</title>
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	<description>A poesia, letra por letra.</description>
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		<item>
		<title>Por: Ed SILVA POETA</title>
		<link>http://poesiaecompanhia.wordpress.com/quer-participar/#comment-282</link>
		<dc:creator>Ed SILVA POETA</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Oct 2009 22:01:01 +0000</pubDate>
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		<description>A dura pena

A dureza desta vida,
Não é a angústia do morre não morre,
A dureza desta vida,
Não é a lágrima que escorre.
A dureza desta vida,
Não são as horas de solidão,
A dureza desta vida,
Não é ter saudade no caração.

Pior que os males do amor,
É a dura pena de ser castigado,
De passar por está vida ,
Sem nunca ter amado.

Sabe ser bem mais forte,
Quem na fúria da dor ,
Leva dentro do peito,
As lembranças de um grande Amor.

                       ED SILVA</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A dura pena</p>
<p>A dureza desta vida,<br />
Não é a angústia do morre não morre,<br />
A dureza desta vida,<br />
Não é a lágrima que escorre.<br />
A dureza desta vida,<br />
Não são as horas de solidão,<br />
A dureza desta vida,<br />
Não é ter saudade no caração.</p>
<p>Pior que os males do amor,<br />
É a dura pena de ser castigado,<br />
De passar por está vida ,<br />
Sem nunca ter amado.</p>
<p>Sabe ser bem mais forte,<br />
Quem na fúria da dor ,<br />
Leva dentro do peito,<br />
As lembranças de um grande Amor.</p>
<p>                       ED SILVA</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ed SILVA POETA</title>
		<link>http://poesiaecompanhia.wordpress.com/quer-participar/#comment-281</link>
		<dc:creator>Ed SILVA POETA</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Oct 2009 21:49:58 +0000</pubDate>
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		<description>deassisilva@bol.com.br</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><a href="mailto:deassisilva@bol.com.br">deassisilva@bol.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ed SILVA POETA</title>
		<link>http://poesiaecompanhia.wordpress.com/quer-participar/#comment-280</link>
		<dc:creator>Ed SILVA POETA</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Oct 2009 21:39:56 +0000</pubDate>
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		<description>Soando como sino.

O meu canto é triste,
De uma própria natureza,
Do que em mim existe,
De pura tristeza.

Meu canto revela,
O oculto no coração,
Da dor que martela,
Eterna aflição.

Soando como sino,
Que está sempre badalando,
Triste desatino.

Meu canto são prantos,
Versos estalando assim,
Por todos os cantos,
Lá dentro de mim.

Meu canto é o real,
Súbito estrondo de trauma,
Bate sem igual,
Lá no íntimo da Alma. 

Soando como sino,
Que está sempre badalando,
Triste desatino.

ED SILVA POETA

Responder</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Soando como sino.</p>
<p>O meu canto é triste,<br />
De uma própria natureza,<br />
Do que em mim existe,<br />
De pura tristeza.</p>
<p>Meu canto revela,<br />
O oculto no coração,<br />
Da dor que martela,<br />
Eterna aflição.</p>
<p>Soando como sino,<br />
Que está sempre badalando,<br />
Triste desatino.</p>
<p>Meu canto são prantos,<br />
Versos estalando assim,<br />
Por todos os cantos,<br />
Lá dentro de mim.</p>
<p>Meu canto é o real,<br />
Súbito estrondo de trauma,<br />
Bate sem igual,<br />
Lá no íntimo da Alma. </p>
<p>Soando como sino,<br />
Que está sempre badalando,<br />
Triste desatino.</p>
<p>ED SILVA POETA</p>
<p>Responder</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: jeferson bandeira</title>
		<link>http://poesiaecompanhia.wordpress.com/quer-participar/#comment-271</link>
		<dc:creator>jeferson bandeira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 13:10:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://poesiaecompanhia.wordpress.com/quer-participar/#comment-271</guid>
		<description>- Prometo amar-te
acima de minhas forças.

Ela sabe que eu sou fraco.
Eu sei que ela não é moça.

- Prometo aturar-te
até que invente outra onda.

Ela sabe que eu traio
e a compra come solta.

- Prometo descasar-me
para voltar ao que eu era.

Ela sabe que estou falindo
eu sei que se faz de boba.

- Prometo desfazer-me
há tanta vida pela frente.

Ela sabe que tenho planos,
eu sei o quanto é inteligente.

- Prometo deixar-te.
Chifre dói mais que dente.

Para o padre chora as mágoas,
ao vizinho se doa diariamente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>- Prometo amar-te<br />
acima de minhas forças.</p>
<p>Ela sabe que eu sou fraco.<br />
Eu sei que ela não é moça.</p>
<p>- Prometo aturar-te<br />
até que invente outra onda.</p>
<p>Ela sabe que eu traio<br />
e a compra come solta.</p>
<p>- Prometo descasar-me<br />
para voltar ao que eu era.</p>
<p>Ela sabe que estou falindo<br />
eu sei que se faz de boba.</p>
<p>- Prometo desfazer-me<br />
há tanta vida pela frente.</p>
<p>Ela sabe que tenho planos,<br />
eu sei o quanto é inteligente.</p>
<p>- Prometo deixar-te.<br />
Chifre dói mais que dente.</p>
<p>Para o padre chora as mágoas,<br />
ao vizinho se doa diariamente.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Alvaro Posselt</title>
		<link>http://poesiaecompanhia.wordpress.com/quer-participar/#comment-269</link>
		<dc:creator>Alvaro Posselt</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2009 21:19:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://poesiaecompanhia.wordpress.com/quer-participar/#comment-269</guid>
		<description>DOWNLOAD DO ALÉM

Noite do espanto
fui baixar um arquivo
baixou-me um santo


MEDITAÇÃO

Em silêncio eu oro
nenhuma estrela cadente
só passa meteoro


INFERNINHO

Noite de inverno
Um chopinho bem gelado
é servido no inferno</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>DOWNLOAD DO ALÉM</p>
<p>Noite do espanto<br />
fui baixar um arquivo<br />
baixou-me um santo</p>
<p>MEDITAÇÃO</p>
<p>Em silêncio eu oro<br />
nenhuma estrela cadente<br />
só passa meteoro</p>
<p>INFERNINHO</p>
<p>Noite de inverno<br />
Um chopinho bem gelado<br />
é servido no inferno</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Alexandre Jazara</title>
		<link>http://poesiaecompanhia.wordpress.com/quer-participar/#comment-267</link>
		<dc:creator>Alexandre Jazara</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2009 02:27:17 +0000</pubDate>
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		<description>Poeta, Poesia e Tecnologia

A poesia não morreu, 
mas o poeta é que quase foi esquecido
Por entre tecnologias 
e avanços do mundo moderno
O coração foi adormecido
Mas as revoluções do moderno
aos poetas chegaram
E nestas páginas todos irão encontrar
Poesias, estórias, 
contos de amor ou de dor
Nas diversidades que somente 
os poetas poderão demonstrar


Convido a todos os poetas e amantes da poesia a participarem e conhecerem o portal Sociedade Mundial dos Poetas
www.sociedademundialdospoetas.com.br</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Poeta, Poesia e Tecnologia</p>
<p>A poesia não morreu,<br />
mas o poeta é que quase foi esquecido<br />
Por entre tecnologias<br />
e avanços do mundo moderno<br />
O coração foi adormecido<br />
Mas as revoluções do moderno<br />
aos poetas chegaram<br />
E nestas páginas todos irão encontrar<br />
Poesias, estórias,<br />
contos de amor ou de dor<br />
Nas diversidades que somente<br />
os poetas poderão demonstrar</p>
<p>Convido a todos os poetas e amantes da poesia a participarem e conhecerem o portal Sociedade Mundial dos Poetas<br />
<a href="http://www.sociedademundialdospoetas.com.br" rel="nofollow">http://www.sociedademundialdospoetas.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: victorcolonna</title>
		<link>http://poesiaecompanhia.wordpress.com/quer-participar/#comment-263</link>
		<dc:creator>victorcolonna</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 18:26:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://poesiaecompanhia.wordpress.com/quer-participar/#comment-263</guid>
		<description>SUJEITO OCULTO    (Victor Colonna)




O problema são as conjunções desconjuntadas
As interjeições rejeitadas
Os adjetivos desajeitados
Os substantivos sem substância 
As relações de deselegância entre as palavras.

É preciso superar o superlativo:
O absoluto sintético
E o analítico.
Achar o verso
Entre o verbo epilético
E o pronome sifilítico.

Falta definir o artigo inoxidável
O numeral incontável, impagável.

Resta procurar o objeto direto
Situar o particípio passado
E o pretérito mais-que-perfeito

Desvendar a rima
Desnudar a palavra
Encontrar o predicado
E revelar o sujeito.


CURTO-CIRCUITO   (Victor Colonna)


De repente eu paro e olho: é ele!
E desengato marcha-a-ré crescente
Meu rosto fica roxo, vermelho
E desamarra-se o elo da corrente.

Curto-circuito, incêndio, tragédia!
E meu cabelo arrepiado espeta
E meu pulso desencapado te choca
E meu corpo endiabrado, capeta.

E meu peito pega fogo: vida
Um calor que se desprende e solta
Amor é caminho longo: é ida
É só ida. Não tem volta.


http://www.deitandooverbo.wordpress.com</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>SUJEITO OCULTO    (Victor Colonna)</p>
<p>O problema são as conjunções desconjuntadas<br />
As interjeições rejeitadas<br />
Os adjetivos desajeitados<br />
Os substantivos sem substância<br />
As relações de deselegância entre as palavras.</p>
<p>É preciso superar o superlativo:<br />
O absoluto sintético<br />
E o analítico.<br />
Achar o verso<br />
Entre o verbo epilético<br />
E o pronome sifilítico.</p>
<p>Falta definir o artigo inoxidável<br />
O numeral incontável, impagável.</p>
<p>Resta procurar o objeto direto<br />
Situar o particípio passado<br />
E o pretérito mais-que-perfeito</p>
<p>Desvendar a rima<br />
Desnudar a palavra<br />
Encontrar o predicado<br />
E revelar o sujeito.</p>
<p>CURTO-CIRCUITO   (Victor Colonna)</p>
<p>De repente eu paro e olho: é ele!<br />
E desengato marcha-a-ré crescente<br />
Meu rosto fica roxo, vermelho<br />
E desamarra-se o elo da corrente.</p>
<p>Curto-circuito, incêndio, tragédia!<br />
E meu cabelo arrepiado espeta<br />
E meu pulso desencapado te choca<br />
E meu corpo endiabrado, capeta.</p>
<p>E meu peito pega fogo: vida<br />
Um calor que se desprende e solta<br />
Amor é caminho longo: é ida<br />
É só ida. Não tem volta.</p>
<p><a href="http://www.deitandooverbo.wordpress.com" rel="nofollow">http://www.deitandooverbo.wordpress.com</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: rafaelcoelhocoelho</title>
		<link>http://poesiaecompanhia.wordpress.com/quer-participar/#comment-242</link>
		<dc:creator>rafaelcoelhocoelho</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2008 17:32:32 +0000</pubDate>
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		<description>Esqueci: o nome do negócio aí em cima é METROPOLITAN NEWS.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Esqueci: o nome do negócio aí em cima é METROPOLITAN NEWS.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: rafaelcoelhocoelho</title>
		<link>http://poesiaecompanhia.wordpress.com/quer-participar/#comment-241</link>
		<dc:creator>rafaelcoelhocoelho</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2008 17:13:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://poesiaecompanhia.wordpress.com/quer-participar/#comment-241</guid>
		<description>Esse é mais um daqueles. É aquela sensação disfarçada de estar fazendo agora a mesma coisa que já fizeram antes, mesmo assim você tem que dizer. Nenhuma coisa que tá aí é uma coisa que ainda não foi. A coisa continua a mesma.

De novo, o açúcar com café que não me mata. De novo, o suicídio que não me acorda.

Esse é mais um daqueles. Nem digo círculo, porque o melhor seria o oito deitado: o símbolo do infinito! É piada dizer que desfaço o desenho assim por dizer. Não me ensinaram na escola. Essa coisa que já foi é a mesma coisa que tá aí. Se não sou eu, quem é? É preciso acreditar que alguém vai acabar com o desenho. Isso, sim, me ensinaram na escola. De novo,

esse é como os outros. Ainda naquela de busca, quando parece que já nem tem jeito. Não tem jeito nenhum o que faço: é cousa mesma, é mesma coisa. Gostar da mesma coisa é ficar na mesma. Melhor dizer do que fingir não ter ido nunca na escola.

Ow! sweet town, sweet town, já não vejo o ar que te respiram, já não corro em razão de tua cura; teus beijos não são beijos (escrevi pra lembrar); já nem consigo me revoltar por ti em vão. Ow, ow!

Esse é como os outros. Os vivos gostam de manter os mortos vivos, mas nem todo morto acorda. Sweet town, sweet town, são construções altas com riscos de ruínas, mas elas não se vão de uma vez por todas: elas voltam, mudam de endereço. Mudar de endereço não é mudar de dono. Esse vidro quebrado que de longe dá pra ver lá fora, não vê nem lá fora direito. Ow! sweet, sweet! Teu doce reembalado pelas indústrias de mesmo nome, teus cachos de gente em frente ao espelho. News, sweet town! News não há! Existem somente as linhas do tempo,

enroladas naquilo que, em mim, é como nos outros.

============================================

Rafael Coelho
rafaelferreiracoelho@uol.com</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Esse é mais um daqueles. É aquela sensação disfarçada de estar fazendo agora a mesma coisa que já fizeram antes, mesmo assim você tem que dizer. Nenhuma coisa que tá aí é uma coisa que ainda não foi. A coisa continua a mesma.</p>
<p>De novo, o açúcar com café que não me mata. De novo, o suicídio que não me acorda.</p>
<p>Esse é mais um daqueles. Nem digo círculo, porque o melhor seria o oito deitado: o símbolo do infinito! É piada dizer que desfaço o desenho assim por dizer. Não me ensinaram na escola. Essa coisa que já foi é a mesma coisa que tá aí. Se não sou eu, quem é? É preciso acreditar que alguém vai acabar com o desenho. Isso, sim, me ensinaram na escola. De novo,</p>
<p>esse é como os outros. Ainda naquela de busca, quando parece que já nem tem jeito. Não tem jeito nenhum o que faço: é cousa mesma, é mesma coisa. Gostar da mesma coisa é ficar na mesma. Melhor dizer do que fingir não ter ido nunca na escola.</p>
<p>Ow! sweet town, sweet town, já não vejo o ar que te respiram, já não corro em razão de tua cura; teus beijos não são beijos (escrevi pra lembrar); já nem consigo me revoltar por ti em vão. Ow, ow!</p>
<p>Esse é como os outros. Os vivos gostam de manter os mortos vivos, mas nem todo morto acorda. Sweet town, sweet town, são construções altas com riscos de ruínas, mas elas não se vão de uma vez por todas: elas voltam, mudam de endereço. Mudar de endereço não é mudar de dono. Esse vidro quebrado que de longe dá pra ver lá fora, não vê nem lá fora direito. Ow! sweet, sweet! Teu doce reembalado pelas indústrias de mesmo nome, teus cachos de gente em frente ao espelho. News, sweet town! News não há! Existem somente as linhas do tempo,</p>
<p>enroladas naquilo que, em mim, é como nos outros.</p>
<p>============================================</p>
<p>Rafael Coelho<br />
<a href="mailto:rafaelferreiracoelho@uol.com">rafaelferreiracoelho@uol.com</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ygor felipe martins lima</title>
		<link>http://poesiaecompanhia.wordpress.com/quer-participar/#comment-238</link>
		<dc:creator>ygor felipe martins lima</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2008 19:24:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://poesiaecompanhia.wordpress.com/quer-participar/#comment-238</guid>
		<description>bacanaseria se toda  lagrima    fosse   d  alegria  bacana  seria   se toda saudade  morresse  num  reencontro mais   bacana   seria  mesmo  se  todas   as     pessoas   fossem  igual  a vc</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>bacanaseria se toda  lagrima    fosse   d  alegria  bacana  seria   se toda saudade  morresse  num  reencontro mais   bacana   seria  mesmo  se  todas   as     pessoas   fossem  igual  a vc</p>
]]></content:encoded>
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