Poesia & Companhia

Archive for Novembro 2009

O TEMPO(ONTEM, HOJE, AMANHÃ)

Publicado por: poetaedsilva em: Novembro 20, 2009

O Tempo põe sobre as coisas a mão,
E nelas vem fazer suas mudanças.
O início e o fim são eternas danças,
Que bailam nesta vida sem razão.
 
Ontem: o início, doce sensação,
Promessas de diversas esperanças.
Hoje: terríveis garras de vinganças:
O Amor desfeito na separação.
 
E nesta roda de desesperança,
Este Tempo tem muita crueldade,
E deixa um acre sabor no que lança.
 
Amanhã: [...]

O RIO

Publicado por: poetaedsilva em: Novembro 10, 2009

As piores lágrimas são as que rolam por dentro, e não traz o alívio da dor.

inspiração

Publicado por: poetaedsilva em: Novembro 3, 2009

soneto que fala da busca pela inspiração, que é a matéria prima da arte, e, sem a qual não há a criação .


 

Novembro 2009
S T Q Q S S D
« Out    
 1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
30  

Comentários

Marco Aurélio em Bate-Papo!
Luiz Otávio Oliani em SUJEITO OCULTO(por Victor…
Fabio R. em Bate-Papo!
victorcolonna em Bate-Papo!
Ed SILVA POETA em Quer participar?

mais acessados

  • Nenhuma

Homenagem ao Poeta

FERREIRA GULLAR José Ribamar Ferreira Gullar (São Luís MA 1930). Poeta, ensaísta e crítico de arte. Em 1949, publica seu primeiro livro de poemas, Um Pouco Acima do Chão, mais tarde excluído de sua bibliografia. Vence o concurso literário do Jornal das Letras, do Rio de Janeiro, com o poema O Galo, em 1950, e no ano seguinte muda-se para a então capital do Brasil. Em 1954, publica A Luta Corporal, e se aproxima dos poetas Augusto de Campos (1931), Haroldo de Campos (1929 - 2003) e Décio Pignatari (1927), participando ativamente da primeira fase do movimento concretista até 1957, quando rompe com o grupo paulista. Dois anos depois, em 1959, publica o Manifesto Neoconcreto no Jornal do Brasil, assinado ainda por vários artistas plásticos - entre eles, Lygia Pape (1927 - 2004), Franz Weissmann (1911 - 2005), Lygia Clark (1920 - 1988), Amilcar de Castro (1920 - 2002) - e pelo poeta Reynaldo Jardim (1926). A partir de 1961, participa do movimento de cultura popular, integrando o Centro Popular de Cultura - CPC da União Nacional dos Estudantes - UNE. Participa da fundação do Grupo Opinião de teatro, em 1964, e é preso pela ditadura militar, em 1968. Após um período na clandestinidade, segue para o exílio em 1971. Em 1975, em Buenos Aires, lê o longo Poema Sujo para um grupo de amigos liderados pelo poeta e compositor Vinicius de Moraes (1913 - 1980), que consegue a publicação do livro em 1976 e encabeça um movimento de intelectuais a favor de sua volta ao Brasil, o que ocorre no ano seguinte. Em 1980, é publicada pela primeira vez a reunião de sua obra poética, no volume Toda Poesia. fonte:Itaú cultural

Autores mais recentes