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	<title>Comentários sobre: Carne Crua</title>
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	<description>A poesia, letra por letra.</description>
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		<title>Por: Leonaldo Vilela Lima</title>
		<link>http://poesiaecompanhia.wordpress.com/2008/05/05/carne-crua/#comment-222</link>
		<dc:creator>Leonaldo Vilela Lima</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 16:08:56 +0000</pubDate>
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		<description>Comento sem dor por o momento, onde no depoimento poetico, a saga entre presa e predador onde a dor da fome e o medo do homem o fez reagir e com um golpe de sorte, se desferiu na morte deixando o predador na dor, e a  presa ferida com a carne exposta e a vida por um fio, sente o que o homem sentiu sendo a preza da morte e do predador que concerteza vira para acabar o que o destino lhe reservou. Carne crua,carniça morto agonizante por vivo ou morte que veio sorateiro e sutil cravando-lhe a dor e desfalendo o combustivel e o motor da vida, sangue e coração. Poeta não, apenas observador. Olhe nos olhos da dor e vera a morte, olhe nos olhos da morte e vera a alegria de barriga cheia antes vazia, feliz por viver matar e comer. A grande besta e a presa que escapou, acaso não sabia que perigo corria indo ao encontro da ferra que se dilacera de fome em seu territorio. Ignora os perigos e vou sem medo,o segredo se revelou o medo o solvou,por um triz que seje feliz a besta humana que se engana com a corragem, a força esta no medo, esse e o segredo da gerra do mal e por medo que lutamos,quem tem coragem faz só o que presisa ser feito, com todo respeito a besta e os filhos de Deus.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Comento sem dor por o momento, onde no depoimento poetico, a saga entre presa e predador onde a dor da fome e o medo do homem o fez reagir e com um golpe de sorte, se desferiu na morte deixando o predador na dor, e a  presa ferida com a carne exposta e a vida por um fio, sente o que o homem sentiu sendo a preza da morte e do predador que concerteza vira para acabar o que o destino lhe reservou. Carne crua,carniça morto agonizante por vivo ou morte que veio sorateiro e sutil cravando-lhe a dor e desfalendo o combustivel e o motor da vida, sangue e coração. Poeta não, apenas observador. Olhe nos olhos da dor e vera a morte, olhe nos olhos da morte e vera a alegria de barriga cheia antes vazia, feliz por viver matar e comer. A grande besta e a presa que escapou, acaso não sabia que perigo corria indo ao encontro da ferra que se dilacera de fome em seu territorio. Ignora os perigos e vou sem medo,o segredo se revelou o medo o solvou,por um triz que seje feliz a besta humana que se engana com a corragem, a força esta no medo, esse e o segredo da gerra do mal e por medo que lutamos,quem tem coragem faz só o que presisa ser feito, com todo respeito a besta e os filhos de Deus.</p>
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