“Poema de cair o queixo!”
Quase, inacreditável afirmação Fabio, “estupidez do investigar no além da crença”.
Nossos sentidos estão sempre “ligados” para que se investigue o quê há em nossa volta. Querendo ou não.
Agora, dar sentido a cada “ponto e vírgula” vai da disponibilidade e preguiça de cada ser pensante.
Não se pode ignorar o sentido do pensamento filosófico na procura da razão.
Existir e pensar é parte de um todo, sendo cético ou não.
No pecado da conformidade de matéria inanimada, mesmo sendo descrente há que acrescentar o peso, o volume e o estado da matéria em sí e as leis que são quase sempre universais.
Existe em nossa sociedade os seguidores e adoradores da Inércia. Aqueles que dormem tranquilos pousando o peso de sua cabeça na maciez de um travesseiro chamado “Fé”.
Exite também outros que não suportam a leveza da mente quieta. Procurando em sí uma razão para cada “pena do travesseiro” e assim perdendo noites dormidas.
A verdade é que não há verdade absoluta!
E isso é uma verdade.
Ivan.
Abril 6, 2008 às 4:51 pm
O poema “Além da Crença” é uma auto-afirmação, de que o procurar motivos escondidos em tudo,seja pelas vias da ciência,seja pelas vias da filosofia, as vezes torra a paciência.As vezes é mais prazeroso aceitar que aquilo existe e pronto, deixar a imaginação fluir um pouco para outras coisas.
O texto também é um questionamento a respeito do ceticismo filosófico, sua conclusão:” ceticismo filosófico é um conto de fadas” “algo de prática impossível” enfim” pose” .Afinal, os que se dizem céticos tem pensamentos irracionais mesmo que esse seja:” sou superior plenamente superior e invulnerável ao primitivismo do misticismo”. E esse achar-se invunerável a qualquer influência nesse campo essa é a “estupidez do investigar no além da crença”.
Um abraço a todos.