Poesia & Companhia

Archive for Janeiro 2008

JÔIO

Publicado por: Poesia & Cia em: Janeiro 28, 2008

Molho de lixo humano
Depósitos de vinhoto
Dissabores mundanos
De sabores amargos
De saberes profanos
Vendendo prazer mórbido
De um corpo em óbito
Máfia de almas amargas
Vertendo suas vidas públicas
Em descargas de privadas
Contaminando jovens vidas
Ceifando a infância
Machucando eternas feridas
Horda de gente esquecida
Na solidão de uma esquina
No descaso da praça, num banco
Na incerteza debaixo, num viaduto
Na omissão da igreja numa escada
Na cegueira de [...]

ODE AO PÌCARO(por Fabio)

Publicado por: Fabio R. em: Janeiro 6, 2008

Ode ao pícaro
Desprovido de altivez ergue o pícaro
A flâmula insurgente de sua vil existência
Ao sabotar os engodos que já nos censuram
Atormenta a tirania daqueles que nos regem
Não é cria dos deuses, tão pouco invulnerável!
Este algoz inominado que cunha desforra
Entre a malha proletária satirizada
Ode! Ao pícaro e sua classe famigerada!
Agente ripário de [...]


Blog Stats

  • 14,044 hits

 

Janeiro 2008
S T Q Q S S D
« Dez   Fev »
 123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
28293031  

Comentários

Fabio R. em Bate-Papo!
victorcolonna em Bate-Papo!
Ed SILVA POETA em Quer participar?
Ed SILVA POETA em Quer participar?
Ed SILVA POETA em Quer participar?

mais acessados

  • Nenhuma

Homenagem ao Poeta

FERREIRA GULLAR José Ribamar Ferreira Gullar (São Luís MA 1930). Poeta, ensaísta e crítico de arte. Em 1949, publica seu primeiro livro de poemas, Um Pouco Acima do Chão, mais tarde excluído de sua bibliografia. Vence o concurso literário do Jornal das Letras, do Rio de Janeiro, com o poema O Galo, em 1950, e no ano seguinte muda-se para a então capital do Brasil. Em 1954, publica A Luta Corporal, e se aproxima dos poetas Augusto de Campos (1931), Haroldo de Campos (1929 - 2003) e Décio Pignatari (1927), participando ativamente da primeira fase do movimento concretista até 1957, quando rompe com o grupo paulista. Dois anos depois, em 1959, publica o Manifesto Neoconcreto no Jornal do Brasil, assinado ainda por vários artistas plásticos - entre eles, Lygia Pape (1927 - 2004), Franz Weissmann (1911 - 2005), Lygia Clark (1920 - 1988), Amilcar de Castro (1920 - 2002) - e pelo poeta Reynaldo Jardim (1926). A partir de 1961, participa do movimento de cultura popular, integrando o Centro Popular de Cultura - CPC da União Nacional dos Estudantes - UNE. Participa da fundação do Grupo Opinião de teatro, em 1964, e é preso pela ditadura militar, em 1968. Após um período na clandestinidade, segue para o exílio em 1971. Em 1975, em Buenos Aires, lê o longo Poema Sujo para um grupo de amigos liderados pelo poeta e compositor Vinicius de Moraes (1913 - 1980), que consegue a publicação do livro em 1976 e encabeça um movimento de intelectuais a favor de sua volta ao Brasil, o que ocorre no ano seguinte. Em 1980, é publicada pela primeira vez a reunião de sua obra poética, no volume Toda Poesia. fonte:Itaú cultural

José Bonifácio de Andrada e Silva

José Bonifácio de Andrada e Silva (Santos, 13 de junho de 1763 — Niterói, 6 de abril de 1838) foi um naturalista, estadista, poeta e maçom brasileiro. É conhecido pelo epíteto de "Patriarca da Independência". Pode-se resumir brevemente sua atuação dizendo que foi ministro do Reino e dos Negócios Estrangeiros de janeiro de 1822 a julho de 1823. De início, colocou-se em apoio à regência de D. Pedro de Alcântara. Proclamada a Independência, organizou a ação militar contra os focos de resistência à separação de Portugal, e comandou uma política centralizadora. Durante os debates da Assembléia Constituinte, deu-se o rompimento dele e de seus irmãos Martim Francisco Ribeiro de Andrada e Antônio Carlos Ribeiro de Andrada Machado e Silva com o imperador. Em 16 de julho de 1823, D. Pedro I demitiu o ministério e José Bonifácio passou à oposição. Após o fechamento da Constituinte, em 11 de novembro de 1823, José Bonifácio foi banido e se exilou na França por seis anos. De volta ao Brasil, e reconciliado com o imperador, assumiu a tutoria de seu filho quando Pedro I abdicou, em 1831. Permaneceu como tutor do futuro imperador até 1833, quando foi demitido pelo governo da Regência.(texto fonte Wikipedia, para acessar todo o texto, vá ao site www.pt.wikipedia.org e busque pelo nome acima)